Não comprometa sua paz, aglomerando-se com pessoas que não tão nem ai pra ela. Falemos com todos com educação, mas para "andar" ao nosso lado, sejamos rigorosos nas escolhas! Não é preconceito, discriminação! É bom senso pra procurar companhias que tenham conteúdo pra te oferecer! Pessoas que contribuem para seu bem-estar, edificação e vice versa! Estou saturada de seres estagnados, que não aproveitam as chances / oportunidades para evoluir! Pessoas âncoras, que afundam e levam quem tiver por perto, pro fundo também! Busquemos o melhor, que espiritualmente, emocionalmente e intelectualmente você possa ser muito bem sucedido. Realize!
PERNAMBUCANAMENTE PAULISTA ...
"Reputação é o que as pessoas pensam a meu respeito, caráter é o que eu sou quando ninguém está me olhando." D. L. Moody"
terça-feira, 19 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Com a dor sempre vem o remédio
Durante muito tempo, escolhi a segunda opção. E se não me policio, volto a sofrer por qualquer coisa. Geralmente, um coquetel de sentimentos varridos para debaixo do tapete que aflora quando meus glóbulos brancos se distraem e não me defendem dos vírus do rancor, da inveja, do egoísmo. Mas, quando percebo os invasores, tomo vergonha na cara e faço uma faxina. Olho de frente as mazelas que não gosto de ver. E aceito – depois de espernear muito, morrer de pena de mim, maldizer a sorte, voltar sete casas na minha busca espiritual e geralmente perder alguma coisa bem maior.
A primeira vez que sofri feito um boi ladrão foi quando meu gato, Toninho, fugiu. Eu tinha oito anos e não conseguia entender porque ele tinha feito isso comigo. Me senti rejeitada, injustamente abandonada e não quis mais saber de gatos. Na época, ninguém me disse que felinos fogem por mil motivos, menos para magoar a sua dona. Então, dois anos depois, meu pai morreu de repente. Fiquei em estado de choque. Como meu pai pôde fazer isso comigo? Por que ele me abandonou? Novamente não conseguia entender. E, sofrendo por me sentir rejeitada e injustamente abandonada, decidi que tanto adultos como gatos não eram de confiança e, – pior ainda – não gostavam de mim!
É engraçado como repetimos reações. Não importa a situação ser completamente diferente, desperta em nós a mesma dor, por isso engatamos o mesmo sofrer. Talvez, por isso, eu tenha passado anos da vida enfileirando dissabores. Um simples final de um namorico doía como a fuga do meu gato, a morte de meu pai. Levei tempo para perceber que eu tinha optado por isso. Antes da dor me surpreender, eu já estava pronta para sofrer. E sofria. Não aprendia nada, não tirava nada de bom das experiências, não considerava a minha participação nos finais infelizes.
Casei, separei, tive filhos, cachorros e gatos até finalmente aprender que na vida nada acontece para maltratar você. E que os males sempre vêm para o bem. Porque tudo, absolutamente tudo, é uma lição para a gente crescer, se fortalecer e entender que olhando para o próprio umbigo somos fracos. Mas se a dor vivida me permite reconhecer e zelar pelo meu próximo – que também sente dores e busca um alento – então ela, a dor, faz sentido.
Fiz anos de terapia para perceber que tudo de ruim que vivemos tem um propósito maior do que simplesmente machucar. E confesso que sou grata pelo meu duro aprendizado, que me deixou mais apta a ser feliz. Me ensinou a ter compaixão pelo próximo que, exatamente como eu, tem medo de sucumbir aos momentos dolorosos. Poder dizer, com conhecimento de causa, que não, a gente não morre. E que logo, logo, vai passar. Como tudo. A vida é uma dádiva. Um presente maravilhoso.
Com a dor, sempre vem o remédio - se a gente não levar para o pessoal, não se colocar no centro do mundo, não ficar só se lamentando. Porque têm tantas pessoas enfrentando situações tão mais difíceis. Se pudermos levantar o rosto e doar um pouquinho da nossa atenção, um pouquinho do nosso tempo, um pouquinho do nosso amor, nos curaremos a todos. Tenho certeza.
Regina Valadares é jornalista, autora do livro Só uma mulher sabe o que é (editora 34) e uma estudiosa de astrologia, cabala, física quântica e espiritualidade.
Fonte:http://www.2020brasil.com.br/publisher/preview.php?edicao=0708&id_mat=2127
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
E vivendo a vida...
Senhor obrigada porque os teus olhos estão sobre mim e os teus ouvidos estão sensíveis para me atender, agradeço pelo teu amor, pela minha cura e declaro que não existe lugar melhor que a tua presença, pois nela há plenitude de alegria. Pai tu me formaste, me destes dons, capacidade para realizar e … superar os mais diversos obstáculos, eu posso sentir a tua presença e que o Senhor não me prive dela, que a minha condição humana lhe possa ser útil. Que através da minha vida Tu possas fazer a diferença também na vida de outros. Reconheço que sem ti nada sou, molde-me e use-me para realizar os teus projetos, Tu tens um propósito para minha vida, não me trouxestes ao mundo para que eu fosse uma expectadora do tempo, pois não há condição de aceitar que o mundo com seus conceitos egoístas transformem pessoas em seres sem xpectativas de conquistas, descrentes na alegria e depressivos, pois somos dotados da tua capacidade para sermos felizes. E eu vim ao mundo para REALIZAR!
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